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COMTUR discute sobre movimento de turistas na Ponte Tancredo Neves

Publicada em 20/01/17 as 09:46h por Elaine Mota - 321 visualizações


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 (Foto: Elaine Mota)
O Conselho Municipal de Turismo (COMTUR) realizou a primeira reunião ordinária de 2017, na quarta-feira, 18, com o propósito de debater temas relevantes para o turismo, e um deles foi o trânsito de turistas na fronteira Brasil/Argentina, tendo em vista o grande movimento verificado no mês de janeiro, o que tem ocasionado filas em determinados momentos.

A prefeita interina, Inês Weizemann dos Santos, participou do encontro, que teve a presença do presidente do conselho e vice-presidente da ABAV-PR, Felipe Gonzalez, do vice-presidente do Fundo Iguaçu e superintendente de Comunicação Social da Itaipu Binacional, Gilmar Piolla, do secretário de Comunicação, Washington Sena, do secretário municipal de Turismo, Lourenço Kurten, do presidente do Sindetur, Licério Santos, do presidente da ABIH, Jefferson Amorim, do presidente do Singtur, Sidnei dos Reis, do presidente do Sindtáxi, Erickson Vieira, da diretora executiva do Instituto Polo Iguassu, Fernanda Fedrigo, da chefe do escritório regional da Paraná Turismo, Valéria Mariotti, entre outros conselheiros.

Integraram a reunião também e trouxeram novidades sobre o controle de migração na fronteira, o delegado-chefe da Polícia Federal, Fabiano Bordignon e o chefe do Núcleo de Migração, Anderson de Lima. Representantes de agências de turismo de Puerto Iguazú também estavam presentes.

Em sua explanação, o delegado Fabiano Bordignon apresentou números referentes a movimentação na Ponte Tancredo Neves: "em janeiro de 2015, nós tínhamos uma movimentação de turistas de entrada e saída de 65 mil pessoas. Em 2016, houve um aumento de 85%, com 120 mil migrações; e, em janeiro deste ano, já são quase 80 mil pessoas e a projeção é de 143 mil, com aumento de 20%. Nas olimpíadas, houve um reforço de efetivo, o que não tivemos agora."

Uma dificuldade apontada pelo delegado é que nas pontes não se tem previsão de chegadas de ônibus, diferentemente do aeroporto, que se sabe diariamente o número de pessoas que vai chegar nos voos, pois existe uma programação de chegada de aeronaves. "Nós tomamos uma medida já no ano passado, com a possibilidade dos turistas permanecerem nos ônibus, descendo apenas o guia de turismo com a lista de passageiros; faz-se a migração, confere-se o número de pessoas, pega-se a documentação e o ônibus vai embora; isso foi feito para facilitar", frizou o delegado.

Bordignon esclareceu ainda que "o que está dando muita demanda na Ponte Tancredo Neves são cidadãos e famílias argentinas com carros; temos verificado situações em que a pessoa na fila não está nem com a tarjeta de migração. Em muitos casos, os turistas chegam na fila para daí então preencher a tarjeta". O delegado explicou que o documento pode ser preenchido de antemão, obtendo-o no site da Polícia Federal: www.pf.gov.br.

Equipamento - O delegado apresentou a solução que a Polícia Federal está estudando, que é criar um box de auto-atendimento, cuja tecnologia é de uma empresa de Portugal. "A pessoa coloca a mão, a digital, verifica se confere o passaporte e faz a identificação facial. Qualquer situação de alteração é avisada. A atuação humana se daria somente quando necessário", disse. "Isso, logicamente, tem um custo e com o tempo esse custo se paga; o importante é que esse equipamento permite o controle total das pessoas". Os pré-requisitos para usar o sistema são: ser maior de idade e portar o passaporte eletrônico.

Segundo Anderson de Lima, "foi verificado que o tempo de espera médio de cada viajante na fila é de 5 minutos; então, há vazão desse fluxo. Nós percebemos que o volume é responsável pela formação das filas". "Essa verificação foi feita na terça-feira, 17, dia em que foram feitas 5.200 migrações, um movimento razoável, acima da média de janeiro, que se aproxima de 4.500 por dia".

Felipe Gonzalez agradeceu a presença do delegado-chefe e do chefe do Núcleo de Migração: "aplaudimos a atenção que tem sido dada, e, naturalmente, todos nós fazemos parte desse projeto; então, vamos continuar trabalhando com a Polícia Federal nesse contexto e agradecemos muito o apoio que estamos recebendo e, percebemos que estamos caminhando realmente para podermos atender as duas partes: a lei e o turismo", afirmou o presidente do Comtur.

Lourenço Kurten enfatizou que a Secretaria Municipal de Turismo tem acompanhado o tema. "Temos verificado essa situação que se repete nos últimos anos e verificamos um avanço por parte da Polícia Federal em ações que buscam minimizar o tempo de permanência dos turistas no ingresso ao país", declarou. 





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